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domingo, 21 de agosto de 2011

pontus hultén

nasceu em 1923, na Estocolmo, onde morreu em 2006.
entrevista realizada em 1996, em Paris

início profissional: teria se tornado um bom diretor de filmes, mas não teve oportunidade; início de curadoria com exposições na galeria The Collector, de Agnes Windlund [em Estocolmo]

cenário da arte sueca: aberto e generoso [com destaque para Oyvind Fahlströn];

panorama de exposições de arte: livrarias como bons espaços para expor jovens artistas sem assumir compromissos financeiros;

acontecimentos marcantes: declara o fato de muitos, galeristas principalmente, não divulgarem a obra de Duchamp, mas sua produção foi mais forte; galeria Arnaud outra importante galeria de Paris; a revista Cismaise, de Jean-Robert Amaud [onde viu o trabalho de Tinguely pela primeira vez]; a interdisciplinaridade do Museu Moderno de Estocolmo surgiu de forma natural pela sua relação com o público [que o entendia como lugar de encontro]; envolvimento com Tinguely e a Dylaby; relação com o cientista engenheiro Billy Klüver [que trabalhou junto de Rauschenberg, Whitman e Waldhauer]; atuação na Casa de Cultura de Estocolmo [com uma ideia de um espaço de laboratório, ateliê, teatro e museu/ um Pompidou mais revolucionário e numa cidade menor; relação com On Kawara [quem considera um dos artistas conceituais mais importantes]; participação na criação do Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles [MoCA]; fundação do Instituito de Altos Estudos em Artes Plásticas em Paris [escola- laboratório/ com Buren, Sarkis e Fauchereau]; atuação no Museu Jean Tinguely em Basel e escrevendo suas memórias e o livro Beaubourg Justesse.

projetos de exposição: na galeria de Denise René em Paris [mostra de arte sueca/ espaço de encontro de artistas para discussões]; Paris - Nova Iorque [abertura para entrada de artistas norte-americanos na coleção de Pompidou - ajuda de Dominique de Menil, no Centre Pompidou, iniciou o encontros de muitas outras instituições culturais de Paris - bibliotecas e outros museus]; Paris - Berlim [conjunto de exposições de temática complexa e fácil de acompanhar]; Paris - Moscou [ênfase no eixo Leste- Oeste pelo seu desconhecimento, trocas entre diversas capitais culturais]; Paris - Paris[série que garantiu uma boa relação com o público]; retrospecitivas de Max Ernest, André Masson, Francis Picabia [todas no Grand Palais] e Vladimir Maiakóvski [Centro Nacional de Arte Contemporânea]; The Machine as seem at the end of mechanical age [no MoMA, sob a direção de Barr, de Leonardo da Vinci a Nam June Paik e Tinguely]; primeiras grandes individuais de Oldenburg e Warhol na Europa; Arte pop norte-americana [uma das primeiras de pop americano na Europa]; mostras de arte sueca em Paris [ Pentacle e Alernatives suédoises] e em Nova Iorque [Sleeping Beauty]; Poetry must be made by all! Transform the world! [no Museu Moderno de Estocolmo/ sobre mudar o mundo/ com uma equipe diversa]; Utopians and Visionaires [Museu Moderno de Estocolmo/ carater participativo/ a céu aberto/ interdisciplinar, com comunicações com outras parte do mundo e seminários/ visões de como seria o mundo em 81/ incentivo da participação do público e do uso do espaço expositivo e museal]; Futurism & Futurismi [primerira mostra dedicada aos futuristas]; exposição de Acimboldo [dedicada à memoria de Alfred Barr]; exposição de Duchamp [no Palazzo Grassi/ com documentos e obras]; The Fist Show [sobre a o significado de colecionar arte/ de 8 coleções/ no MoCA]; Automobile and Cullture [ no MoCA/ com Walter Hopps]; na Galeria de Artes e Exposições em Bonn, exposições importantes no final da carreira;

inspiração e influências: grande admiração pela obra de Duchamp e seu conceito de arte retiniana; Peter Weiss [que entendia que todas as formas de arte eram tudo a mesma coisa];

sobre curadoria: combinação de várias formas artísticas a partir da aproximação da obra de Duchamp e Max Ernest [que fizeram filmes, escritos e teatro] natural abordagem para uma exposição de artistas desse perfil; bons curadores: Sandberg [grande amizade], Knud Jensen, Robert Giron; percepção do conservadorismo do MoMA [pelo seu carater privado] e a liberdade do Stedelijk [estatal]; dedicação pelos catálogos de suas exposições como extensões da mostra [início aos grande formatos de muitas páginas] que era uma premissa de Sandberg, ele dava destaque as publicações mas também entendia que podia ser de diversas formas; estímulo na documentação e pesquisa que era a chave para desenvolver espírito coleivo e resistir as crises no museu;

museus: o diretor de museu deve criar público e se preocupar menos com grandes exposições; um museu não deve se identificar totalmente com uma pessoa [deixa a instituição vunerável e frágil]; admiração a Alfred Barr e René d’Harnoncourt [apogeu de ouro do MoMA]; uma coleção é fundamental para qualquer instituição sobreviver [com menos vulnerabilidade], é a real base da instituição; é contra a idéia de separar exposições de coleções; sobre o rico encontro da coleção com uma exposição temporária; saiu do MOCA porque tin se tornado um arrecadador de fundos ao invés de diretor;

arte dos anos 90: incoerente e com grande interesse nos anos 50.

minhas notas de:
uma breve história da curadoria
hans ulrich obrist
bei comunicação
2010

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