nasceu em 1923, na Estocolmo, onde morreu em 2006.
entrevista realizada em 1996, em Paris
início profissional: teria se tornado um bom diretor de filmes, mas não teve oportunidade; início de curadoria com exposições na galeria The Collector, de Agnes Windlund [em Estocolmo]
cenário da arte sueca: aberto e generoso [com destaque para Oyvind Fahlströn];
panorama de exposições de arte: livrarias como bons espaços para expor jovens artistas sem assumir compromissos financeiros;
acontecimentos marcantes: declara o fato de muitos, galeristas principalmente, não divulgarem a obra de Duchamp, mas sua produção foi mais forte; galeria Arnaud outra importante galeria de Paris; a revista Cismaise, de Jean-Robert Amaud [onde viu o trabalho de Tinguely pela primeira vez]; a interdisciplinaridade do Museu Moderno de Estocolmo surgiu de forma natural pela sua relação com o público [que o entendia como lugar de encontro]; envolvimento com Tinguely e a Dylaby; relação com o cientista engenheiro Billy Klüver [que trabalhou junto de Rauschenberg, Whitman e Waldhauer]; atuação na Casa de Cultura de Estocolmo [com uma ideia de um espaço de laboratório, ateliê, teatro e museu/ um Pompidou mais revolucionário e numa cidade menor; relação com On Kawara [quem considera um dos artistas conceituais mais importantes]; participação na criação do Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles [MoCA]; fundação do Instituito de Altos Estudos em Artes Plásticas em Paris [escola- laboratório/ com Buren, Sarkis e Fauchereau]; atuação no Museu Jean Tinguely em Basel e escrevendo suas memórias e o livro Beaubourg Justesse.
projetos de exposição: na galeria de Denise René em Paris [mostra de arte sueca/ espaço de encontro de artistas para discussões]; Paris - Nova Iorque [abertura para entrada de artistas norte-americanos na coleção de Pompidou - ajuda de Dominique de Menil, no Centre Pompidou, iniciou o encontros de muitas outras instituições culturais de Paris - bibliotecas e outros museus]; Paris - Berlim [conjunto de exposições de temática complexa e fácil de acompanhar]; Paris - Moscou [ênfase no eixo Leste- Oeste pelo seu desconhecimento, trocas entre diversas capitais culturais]; Paris - Paris[série que garantiu uma boa relação com o público]; retrospecitivas de Max Ernest, André Masson, Francis Picabia [todas no Grand Palais] e Vladimir Maiakóvski [Centro Nacional de Arte Contemporânea]; The Machine as seem at the end of mechanical age [no MoMA, sob a direção de Barr, de Leonardo da Vinci a Nam June Paik e Tinguely]; primeiras grandes individuais de Oldenburg e Warhol na Europa; Arte pop norte-americana [uma das primeiras de pop americano na Europa]; mostras de arte sueca em Paris [ Pentacle e Alernatives suédoises] e em Nova Iorque [Sleeping Beauty]; Poetry must be made by all! Transform the world! [no Museu Moderno de Estocolmo/ sobre mudar o mundo/ com uma equipe diversa]; Utopians and Visionaires [Museu Moderno de Estocolmo/ carater participativo/ a céu aberto/ interdisciplinar, com comunicações com outras parte do mundo e seminários/ visões de como seria o mundo em 81/ incentivo da participação do público e do uso do espaço expositivo e museal]; Futurism & Futurismi [primerira mostra dedicada aos futuristas]; exposição de Acimboldo [dedicada à memoria de Alfred Barr]; exposição de Duchamp [no Palazzo Grassi/ com documentos e obras]; The Fist Show [sobre a o significado de colecionar arte/ de 8 coleções/ no MoCA]; Automobile and Cullture [ no MoCA/ com Walter Hopps]; na Galeria de Artes e Exposições em Bonn, exposições importantes no final da carreira;
inspiração e influências: grande admiração pela obra de Duchamp e seu conceito de arte retiniana; Peter Weiss [que entendia que todas as formas de arte eram tudo a mesma coisa];
sobre curadoria: combinação de várias formas artísticas a partir da aproximação da obra de Duchamp e Max Ernest [que fizeram filmes, escritos e teatro] natural abordagem para uma exposição de artistas desse perfil; bons curadores: Sandberg [grande amizade], Knud Jensen, Robert Giron; percepção do conservadorismo do MoMA [pelo seu carater privado] e a liberdade do Stedelijk [estatal]; dedicação pelos catálogos de suas exposições como extensões da mostra [início aos grande formatos de muitas páginas] que era uma premissa de Sandberg, ele dava destaque as publicações mas também entendia que podia ser de diversas formas; estímulo na documentação e pesquisa que era a chave para desenvolver espírito coleivo e resistir as crises no museu;
museus: o diretor de museu deve criar público e se preocupar menos com grandes exposições; um museu não deve se identificar totalmente com uma pessoa [deixa a instituição vunerável e frágil]; admiração a Alfred Barr e René d’Harnoncourt [apogeu de ouro do MoMA]; uma coleção é fundamental para qualquer instituição sobreviver [com menos vulnerabilidade], é a real base da instituição; é contra a idéia de separar exposições de coleções; sobre o rico encontro da coleção com uma exposição temporária; saiu do MOCA porque tin se tornado um arrecadador de fundos ao invés de diretor;
arte dos anos 90: incoerente e com grande interesse nos anos 50.
minhas notas de:
uma breve história da curadoria
hans ulrich obrist
bei comunicação
2010
1951
1953
ação
alice
amaral
analogia
andré
aprendizagem
arensberg
armory show
arte africana
arte cinética
arte indígena
arte moderna
arte norte-americana
atenção
barr
basel
basílio
bauhaus
beaubourg
Bergamín
berlim
berman
beuys
bienal
bienal de são paulo
Brasília
broodthaers
bruggen
burroughs
caixa
caixas-catálogo
Carroll
cartagena das índias
cassady
cèzzane
chama
cidade
cladders
cognição
coleção
colômbia
cooperative mural workshops
cor
corso
crescer
crítica
curadoria
d'harnoncourt
davies
disperção
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dreier
duchamp
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educativo
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